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13/06/2017 - Sesc Pinheiros estreia "Clarice Lispector e Eu: O Mundo Não é Chato" com Rita Elmor

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Cena do espetáculo “Clarice Lispector e Eu”_Foto Guilherme Azeredo


Sesc Pinheiros recebe Rita Elmor em 
"Clarice Lispector e Eu: O Mundo Não é Chato"


Em “Clarice Lispector e Eu: O Mundo não é Chato”, Rita Elmôr selecionou 36 recortes de textos da escritora e misturou-os a textos próprios. A peça estreia dia 22 de junho e fica até 8 de julho.

  
O Sesc Pinheiros recebe a estreia de “Clarice Lispector e Eu: O Mundo Não é Chato”, em que Rita Elmôr dá vida à escritora Clarice Lispector. As apresentações acontecem de 22 de junho a 8 de julho, de quinta-feira a sábado, às 20h30, no Auditório. Com direção de Rubens Camelo, a peça chega a São Paulo depois de duas temporadas no Rio de Janeiro.

No espetáculo, Rita Elmôr - que também assina a dramaturgia - dialoga com a faceta mais solar de Clarice. Para compor a narrativa, a artista selecionou 36 recortes de textos da escritora croata naturalizada brasileira e misturou-os a textos próprios. Com humor e leveza, o enredo une as vidas de Rita e Clarice, mostrando como a escritora se relaciona com o mundo ao seu redor e com o outro, deixando transparecer a timidez da atriz e da escritora e o “desencaixe” vivido por ambas, um sentimento de não adequação nas relações sociais.

"Eu me encontrei com a solidão dela, reconheci o desencaixe nela e consegui olhar para o meu. Só fui me dar conta disso na construção dessa peça e esse se tornou o tema da peça: o desencaixe. Mas eu falo sobre isso com humor. Achei que seria um tema apropriado para dar relevância ao humor de Clarice”, conta Rita sobre sua ‘relação’ com Clarice.

Como uma conversa entre amigos, “Clarice Lispector e Eu” convida o público a refletir sobre diversas situações do cotidiano. Além deste desconforto nas situações sociais, a timidez e o amor estão presentes em todas as situações e personagens vividos pela atriz. Os textos afirmam a vida e auxiliam na reflexão sobre maneiras mais inteligentes, criativas e harmônicas de se viver. O olhar político de Clarice, que está afinado com acontecimentos sociais contemporâneos, também aparece com muita força.

“Clarice Lispector e Eu” não é o primeiro contato dramatúrgico de Rita com a escritora. A atriz fez sua estreia na profissão há dezoito anos na peça “Que Mistérios tem Clarice”, que lhe rendeu o Prêmio Shell por sua atuação. “A linguagem da peça é uma metáfora do que a vida fez com a nossa imagem, nós duas viramos a mesma pessoa em diversos meios de comunicação, capas de revistas, jornais, edições de livros, não só no Brasil como no mundo inteiro e nas redes sociais. Aos poucos a Clarice foi ganhando o meu rosto e eu fui ganhando o rosto dela. Por isso, nessa segunda peça resolvi subir ao palco emprestando a minha imagem e as minhas palavras a ela e pegando emprestado a imagem e as palavras dela, sem explicar para o público quem está ali. Levei para o palco o que a vida fez com a gente”, conta a atriz.

Sobre Clarice Lispector

Nascida em Tchetchelnik, Ucrânia, em 1920, Clarice Lispector chegou ao Brasil com apenas dois anos e passou a infância na cidade de Recife (PE). Em 1927, mudou-se para o Rio de Janeiro onde se formou em Direito. Foi na literatura em que a artista se encontrou. “Perto do Coração Selvagem”, de 1943, foi seu livro de estreia e recebeu uma calorosa acolhida de público e crítica.

Colaborou bastante com a imprensa – trabalhou na Agência Nacional, nos jornais A Noite e Diário da Noite, além de ter sido colunista do Correio da Manhã e repórter da revista Manchete. Para o Jornal do Brasil, Clarice escrevia crônicas.

Publicou quase duas dezenas de livros, entre romances, novelas, publicações infantis, de crônicas e de contos. Entre suas obras mais importantes estão “A Hora da Estrela”, “A Paixão Segundo G.H.”, “Laços de Família” e a reunião de contos “A Legião estrangeira”. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1977. 

Sobre Rubens Camelo

O ator, diretor de teatro e televisão teve seu começo profissional no teatro – em 1981 iniciou formação no Tablado sob direção de Maria Clara Machado. De 1982 a 1997 Rubens trabalhou com importantes diretores como Aderbal Freire-Filho, Domingos Oliveira, Moacyr Góes, Moacyr Góes, Bernardo Jablonski, entre outros. Como ator, recebeu o prêmio Mambembe pela peça infantil “O Embarque de Noé”, de Maria Clara Machado. Em 1988 foi indicado ao mesmo prêmio, na categoria “Direção”, por “Infância ou você vê as Crianças na Hora de Jantar”, de Thornton Wilder. Foi diretor assistente de Sura Berditchevsky na livre adaptação de “Peter Pan” – a peça recebeu o prêmio Molière de melhor espetáculo.

Entre 1998 a 2009, dedicou-se exclusivamente à TV Globo, onde dirigiu o programa humorístico semanal “Casseta & Planeta”. De volta ao teatro, em 2011 dirigiu Lucio Mauro Filho em “Clichê”, de Marcelo Pedreira, e a montagem de “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos. No ano seguinte dirigiu “Mão de Luva”, de Vianinha, em uma inusitada montagem no atelier do artista plástico Daniel Senise.

Sobre Rita Elmôr

É bacharel em artes cênicas pela Uni-Rio e Pós-Graduada em filosofia pela PUC. 

No teatro, tem mais de 20 peças no currículo. No início da carreira trabalhou ao lado de atores como Diogo Vilela (“Hamlet”), Nathalia Timberg (“Melanie Klein”) e Beatriz Segall (“Histórias Roubadas”), além de adaptar e interpretar os solos “Teresa D’Ávila, A Santa Descalça”, e “Que Mistérios Tem Clarice” e “Pai”, de Cristina Mutarelli, com direção de Bruce Gomlevsky.

Interpretou Maria Callas em “Orgulhosa Demais, Frágil Demais”; atuou em “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues e direção de Renato Carrera; “A Escola do Escândalo”, direção de Miguel Falabella; “A Casa de Bernarda Alba”, de Frederico García Lorca; “Agreste”, do premiado autor Newton Moreno, com direção do grupo Amok; e “A Mais forte”, de August Strindberg. 

Seu mais recente trabalho na TV foi a novela “Boogie Oogie” (2015/2014), na TV Globo. Antes atuou no seriado “As Canalhas”, no GNT, e na novela “Salve Jorge” na TV Globo. Ainda na TV Globo, fez a personagem bêbada Venetta do seriado “Macho Man” e Anete, a chefe desequilibrada do seriado “Separação!?”, ambos com direção de José Alvarenga Junior e texto de Fernanda Young e Alexandre Machado. Trabalhou com o diretor Luiz Fernando Carvalho na microssérie “Capitu” e na minissérie “Os Maias”. 

Atuou ao lado de Leandro Hassum nos filmes “Até Que A Sorte Nos Separe 1” e “Até Que A Sorte Nos Separe 2”. No filme “Cilada.com”, de Bruno Mazzeo.

Sinopse
Com humor e leveza a atriz Rita Elmôr e a escritora Clarice Lispector se misturam ao contar as suas histórias. Por vezes, a história de uma serve à história da outra. Rita ou Clarice? Como numa conversa entre amigos, a peça convida o público a refletir sobre situações do cotidiano. Rita reuniu, no espetáculo, trinta e seis recortes de textos da escritora com textos seus, criando um roteiro que dialoga com a faceta mais solar de Clarice, onde aparece menos introspectiva e mais voltada para o mundo.

Ficha Técnica
Texto: Clarice Lispector e Rita Elmôr
Dramaturgia, Trilha Sonora e Interpretação: Rita Elmôr
Direção: Rubens Camelo
Assistentes de Direção: João Pontes e Radha Barcelos

Serviço
CLARICE LISPECTOR E EU: O MUNDO NÃO É CHATO
TEMPORADA: de 22 de junho a 8 de julho. Quinta a sábado, às 20h30
Local: Auditório (3º andar) – 98 lugares
Ingressos: R$ 25 (inteira); R$ 12,50 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 7,50 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). 
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos

SESC PINHEIROS
Endereço: Rua Paes Leme, 195.

Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10h às 18h.
Tel.: 11 3095.9400.

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; Sábado, das 10h às 21h30; domingo e feriado, das 10h às 18h30. Taxas / veículos e motos: Credenciados plenos no Sesc: R$ 12 nas três primeiras horas e R$ 2 a cada hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 18,00 nas três primeiras horas e R$ 3 a cada hora adicional. Para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 12 (credenciados plenos) e R$ 18 (não credenciados).

Transporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m

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