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O grupo Teatro Por Um Triz

apresenta Elisa e os Cisnes Selvagens

 

Uma adaptação do conto de fadas ‘Os Cisnes Selvagens’ de Hans Christian Andersen

 

Em “Elisa e os Cisnes Selvagens” são abordadas questões como a intolerância, o respeito e a aceitação do diferente. A encenação põe em cena as diversas possibilidades que o papel oferece e utiliza a linguagem do Teatro de Papel em técnicas como pop-up, bonecos bi e tridimensionais, origami, kirigami e sombras.

 

O Teatro Por Um Triz apresenta o espetáculo infantil “Elisa e os Cisnes Selvagens” de 01 a 30 de setembro, no Teatro Cacilda Becker, com entrada gratuita. O trabalho foi produzido por meio do Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo – 6ª edição.

Com texto de Márcia Nunes e Péricles Raggio, que também assina a direção, a peça é uma livre adaptação do conto de fadas “Os Cisnes Selvagens”, de Hans Christian Andersen.

Na história, 12 irmãos (11 príncipes e 1 princesa) são expulsos de seu reino por uma madrasta má. Os meninos sofrem uma maldição da madrasta, que faz com que eles se transformem em cisnes durante o dia e só voltem à forma humana a noite, por isso são obrigados a migrar, como todas as aves migratórias. Elisa, a irmã, é forçada a trabalhar na casa de camponeses. Quando crescem, os irmãos se reencontram. Elisa migra com seus irmãos para outro reino e lá, apesar de despertar o amor do rei, é rejeitada pela população local e pelo Primeiro Ministro, que veem nela uma ameaça ao status quo daquela sociedade. Com perseverança, Elisa consegue descobrir uma forma de salvar os irmãos do terrível feitiço, e ao final da história, ela e seus irmãos conquistam o respeito da população daquele reino provocando mudanças significativas naquela sociedade.

O espetáculo começa num espaço repleto de caixas de mudança. Duas mulheres, que estão sendo obrigadas a deixar aquele lugar, enquanto separam seus pertences, caixas e livros, mergulham na história de Elisa e, vivenciando a história, sentem-se mais fortalecidas a enfrentarem a situação e lutarem também por uma transformação. Elisa é uma princesa que enfrenta diversos desafios, como salvar seus irmãos de uma maldição, sofrer um desterro e encarar o preconceito de um povo que não a aceita por ser diferente.

O grupo encontrou no conto a possibilidade de abordar com as crianças questões como a intolerância e a importância do respeito e aceitação do diferente. A encenação utiliza a linguagem do Teatro de Papel, explorando técnicas como pop-up, bonecos bi e tridimensionais, origami, kirigami, sombras, etc, pesquisando as diversas possibilidades que o papel oferece.

Elisa tem forte traço de personalidade: a persistência. Ela não se entrega frente a uma situação injusta, mas se propõe a buscar uma mudança de sua realidade. E graças a essa perseverança,  ela consegue reencontrar seus irmãos e descobre que eles sofreram um encantamento que os transformou em Cisnes. Existem vários contos onde os irmãos são retratados como rivais. Neste caso não. Elisa mostra outros aspectos existentes na relação entre irmãos: o de cooperação e do fortalecimento dos laços fraternos. Decidem ficar juntos novamente e, unidos, decidem e buscam soluções para seus problemas. Mas é Elisa quem descobrirá uma forma de desfazer o feitiço da madrasta. Para isso, passará por uma terrível prova.

O grupo                                                                                 

O Teatro Por Um Triz desenvolve um trabalho com teatro infanto-juvenil utilizando recursos do Teatro de Animação. Seu repertório apresenta releituras de clássicos infantis, resgate de contos populares e temas atuais, abordando estes universos com humor e espírito crítico.

O primeiro trabalho foi a esquete Viva Máquina, criação do grupo junto com o músico Loop B. Foi apresentado na abertura do Festival Internacional de Teatro de Animação, no SESC Ipiranga em 1996. O projeto seguinte, História dos Fios, criação coletiva do grupo, contava uma história de amor no sertão nordestino utilizando bonecos de luva e vara, estreou em janeiro de 1997. Em 1998, o grupo monta dois espetáculos: Esconde-Esconde com Lobato, texto original do grupo inspirado na vida e obra deste grande escritor, e O Coronel e o Curupira, dando continuidade à pesquisa da cultura popular e dos mitos e lendas do nosso folclore. Em outubro de 1999, com Princesas Daqui e Dali, sob direção de Cristiana Gimenes, o grupo faz uma releitura dos Contos de Fada.

Em Almanaque de Araque (2001), com texto de Antônio Rogério Toscano e direção de Edu Silva, traz para o palco uma aventura no mundo dos jogos de almanaque. Pinóquio Etc e Tal, de 2002, sob a direção de Henrique Sitchin, faz uma adaptação do clássico de Carlo Collodi, mesclando técnicas inspiradas no Bunraku, teatro de objetos e máscaras. Em 2005 cria o espetáculo Patinho Feio – O Voo de Andersen, com direção de Cris Lozano, sobre a vida e a obra de Hans Christian Andersen, primeiro autor de literatura infantil.

Em 2008, 2009 e 2012 foi contemplado com a Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo realizando respectivamente as seguintes montagens: Sonho de Uma Noite de Verão, A Criatura e Águas de L’Avar, em parceria com as cias Teatro de La Plaza e Patética, sob direção de Héctor Lópes Girondo. Em 2012, estreia dois espetáculos: Vassilisa, a Sabida, com direção de Lílian Guerra, onde se utiliza apenas de tecidos e caixas para a adaptação de um conto tradicional russo; e Malazarte em Toda Parte, adaptação de contos que trazem o espírito deste tradicional personagem do folclore brasileiro. Em 2015 estreia O Mistério do Sapato Desaparecido, onde explora a manipulação de sapatos para contar a história do rapto do sapato de Cinderela.

Em 2017 estreia seu primeiro trabalho voltado para a Primeira Infância,  Caixa de Brinquedo - Vivência Lúdico-Cênica, com direção de Andreza Domingues. Ainda em 2017 participou  de festivais de Teatro de Animação na Espanha com os espetáculos: Pinóquio Etc e Tal - realizou dez apresentações nos festivais Festival Topic Y Titirijai, Festival Bilbao Tx, Puppet Festival e Festitíteres, nas cidades de Tolosa, Alicante, Bilbao, Sestao, Alcoi e Pasaia; Águas de L’avar - realizou três apresentações, no Festival Topic y Titirijai e  Festival Bilbao Tx, Puppet Festival, nas cidades de Tolosa e Bilbao.

Paralelamente à criação e apresentação de espetáculos, o grupo tem um projeto de contação de histórias e intervenções cênicas e desenvolve um trabalho de arte-educação, realizando oficinas para crianças, professores e terceira idade.
 

Ficha Técnica

Texto: Márcia Nunes e Péricles Raggio

Direção: Péricles Raggio

Elenco: Andreza Domingues e Márcia Nunes

Cenário, bonecos e figurino: Miguel Nigro

Arquitetura de Papel: Liana Yuri

Desenhos: Lúcia Lacourt

Iluminação: Zhé Gomes

Trilha Sonora: Luciano Antonio Carvalho 

Cenotécnico: Wagner Dutra

Fotografia e Arte gráfica: Jean-Charles Mandou

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques


Serviço

Temporada de 01 a 30 de setembro de 2018

Sábados e domingos, às 16h

Dia 01 de setembro – apresentação com tradução em libras

Local: Teatro Cacilda Becker – R. Tito, 295, Lapa/ SP

Informações: (11) 3864-4513

 

Ingressos: gratuito, retirar o ingresso uma hora antes

Duração: 50 minutos/ classificação: livre

 

Informações para a Imprensa
Com Canal Aberto | Márcia Marques | Daniele Valério
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425
marcia@canalaberto.com.br | daniele@canalaberto.com.br

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